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POLÍTICA

Presidente Dilma transformou o Palácio da Alvorada em um balcão de negócios, afirma Aécio

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O presidente nacional do PSDB, senador Aécio Neves, reafirmou, nesta quinta-feira (24/9), em Cascavel (PR), que a oposição tem cumprido seu papel com responsabilidade na crise de governabilidade enfrentada pelo governo Dilma Rousseff.

Em entrevista coletiva, Aécio Neves afirmou que o governo federal tem aberto mão de governar em momentos importantes para o país e que a presidente da República transformou acordos com a base aliada do governo no Congresso Nacional em um verdadeiro “balcão de negócios”.

“Ao invés de aproveitar as oportunidades para requalificar a máquina pública, colocar pessoas qualificadas em cada uma das áreas, sobretudo aquelas que dizem respeito à vida cotidiana das pessoas, como a Saúde, a presidente Dilma transforma o Palácio da Alvorada em um balcão de negócios. Está trocando pastas importantes, como a Saúde e a Infraestrutura, por 20, 30 votos na Câmara dos Deputados. Esse, a meu ver, é o fim de um governo que não tem mais um projeto para o país, a não ser a sua própria sobrevivência”, afirmou Aécio.

Ao lado do governador Beto Richa, o presidente nacional do PSDB participou do ato de filiação de 35 prefeitos, 10 vice-prefeitos e diversas outras lideranças tucanas. Antes, em Goiânia, o PSDB recebeu mais de 500 novos filiados. Os dois encontros do partido fazem parte da campanha de filiações realizada desde agosto pelo PSDB em todo país.

Aécio destacou que o PSDB é hoje o maior partido de oposição e, para a maioria dos brasileiros, a principal alternativa para encerrar o ciclo de mais de dez anos de governo do PT.

“Quando se tem uma eleição, alguns vencem e outros perdem. Os que vencem têm a responsabilidade de governar, o que esse governo vem fazendo muito mal, inclusive em alguns momentos se abstendo de fazer, transferindo para o Congresso a responsabilidade de fazer cortes ou gerar receitas que ele não teve a coragem de fazer. Cabe à oposição fiscalizar as ações do governo, denunciar as irregularidades do governo e discutir, no âmbito do Congresso Nacional, as medidas que sejam importantes para o país. É o que nós estamos fazendo, com absoluta responsabilidade”, afirmou o senador.

Privatização da Petrobras

O presidente nacional do PSDB criticou ainda a condução que o governo da presidente Dilma tem feito na Petrobras, que levou a empresa a ser uma das mais endividadas no mundo. Aécio destacou que a privatização da empresa que agora o governo petista propõe tem como objetivo a sobrevivência da estatal, com um endividamento de cerca de US$ 60 bilhões.

“A Petrobras é hoje a mais endividada das empresas no mundo, fora o sistema financeiro. E o que vem ocorrendo é que ela perdeu a capacidade de diminuir esse endividamento. A privatização que está em curso na Petrobras, anunciada por esse governo, é maior do que a privatização de todo setor de telecomunicações conduzido no governo do presidente Fernando Henrique. Curioso que justamente por aqueles que antes nos acusavam de privatistas”, afirmou Aécio.

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POLÍTICA

Um mês após perder esposa, Schiavinato, é 1º deputado federal a morrer de Covid-19

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SÃO PAULO, SP (FOLHAPRESS) – O deputado federal José Carlos Schiavinato (PP-PR), 66, morreu na noite desta terça-feira (13) por complicações da Covid-19. Ele foi o primeiro deputado federal em exercício a morrer vítima da doença, segundo a Câmara dos Deputados.

Schiavinato estava internado em um hospital de Brasília desde o dia 3 de março e, uma semana depois, foi transferido para a UTI, onde passou a receber ventilação mecânica. Ele terá o corpo transladado para Toledo (PR), onde foi prefeito por dois mandatos (2005-2012).

A mulher dele, Marlene Schiavinato, morreu no dia 12 de março, também vítima da Covid-19. Ela tinha câncer e fazia tratamento havia três anos quando foi contaminada pelo coronavírus. Segundo a assessoria do parlamentar, ele não chegou a ser informado sobre a morte da mulher.

Nascido em Iguaraçu (PR), Schiavinato era engenheiro civil formado pela Universidade Estadual de Maringá. Além de prefeito de Toledo, foi deputado estadual no Paraná (2015-2018).

Estava no primeiro mandato na Câmara dos Deputados. Era membro da Comissão de Agricultura, Pecuária, Abastecimento e Desenvolvimento Rural e participou da CPI do BNDES, entre março e outubro de 2019. Aliado do presidente Jair Bolsonaro (sem partido), era considerado um defensor do municipalismo.

Três senadores já morreram em decorrência da Covid-19 ou de complicações da doença: Major Olímpio (PSL-SP), José Maranhão (MDB-PB) e Arolde de Oliveira (PSD-RJ).

A morte de Major Olímpio aos 58 anos causou comoção entre os senadores. Ele era um crítico das políticas do governo federal no enfrentamento à pandemia e um dos principais defensores da instalação da CPI da Covid, que acaba de ser instalada. O parlamentar anunciou em 2 de março que havia contraído a Covid-19. No dia seguinte, foi internado no Hospital São Camilo, em São Paulo, de onde chegou a participar de uma sessão virtual do Senado. Ele morreu no dia 19 de março.

Segundo amigos do senador, ele não tinha nenhuma doença pré-existente, como diabetes ou outras comorbidades. Só reclamava, de vez em quando, de dores das costas (em especial após pequenas corridas que costumava praticar) e do estresse das disputas políticas.

O senador José Maranhão (MDB-PB) morreu no dia 8 de fevereiro. O parlamentar tinha 87 anos e era o mais velho do Congresso Nacional.

Maranhão havia sido infectado no fim de novembro, em João Pessoa (PB), durante o segundo turno das eleições municipais. Uma semana depois, foi transferido para São Paulo para se tratar, onde permaneceu desde então.

O senador Arolde de Oliveira (PSD-RJ), 83, morreu em outubro do ano passado. Ele estava internado havia mais de um mês e foi o primeiro congressista a morrer vítima da Covid-19.

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POLÍTICA

Nove partidos articulam “superpedido” de impeachment contra Bolsonaro

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A oposição está articulando a criação de um “superpedido” de impeachment contra o presidente Jair Bolsonaro (sem partido). A intenção é reunir em uma única peça várias denúncias de crimes de responsabilidade cometidos pelo ocupante do Palácio do Planalto e entregá-la ao presidente da Câmara dos Deputados, Arthur Lira (PP-AL), até o final deste mês, em um ato nacional.

Lira já tem em sua gaveta mais de 70 pedidos de impeachment protocolados contra Bolsonaro e, até agora, não deu prosseguimento a nenhum deles.

A decisão pela estratégia foi tomada no Fórum de Partidos de Oposição, realizado de forma virtual nesta terça-feira (13), com participação do PSOL, PT, PCdoB, PDT, PSB, Rede, UP, PV e Cidadania.

“Vamos convocar uma grande plenária para chamar todos aqueles que pediram o impeachment do Bolsonaro. Além da luta pelos direitos do povo, temos a necessidade de colocar a luta política como uma questão prioritária”, afirmou a presidente nacional do PT, a deputada federal Gleisi Hoffmann (PR).

No “superpedido” serão anexadas, por exemplo, denúncias sobre os mais diversos erros cometidos pelo governo Bolsonaro na condução da pandemia de Covid-19 e tentativas do Executivo de interferir politicamente nas Forças Armadas e na Polícia Federal.

Além disso, será feita uma cobrança pela aceleração na vacinação dos brasileiros contra a Covid-19 e pelo aumento do auxílio emergencial para R$ 600.

As informações são do site de notícias Brasil 247.

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