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POLÍTICA

RC nega doença e manda recado a adversários

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O governador da Paraíba, Ricardo Coutinho (PSB) quebrou o silêncio e desmistificou, nesta quinta-feira (20), os boatos de que estaria com problemas graves de saúde e que por esse motivo tiraria uma nova licença do cargo.

Presente à solenidade de inauguração do novo posto do Detran, no bairro do Valentina Figueiredo, em João Pessoa, o chefe do executivo mostrou disposição e até achou graça sobre os rumores dando conta de uma suposta doença grave.

Segundo o governador, diferente do que desejam os opositores, ele reza para que os adversários tenham saúde e vida longa, a fim de que possam testemunhar os avanços da administração estadual.

“Rapaz, deixa eu dizer uma coisa: todos os dias eu rezo para o meu Deus, para que ele dê vida longa àqueles que me detrataram, para que ele dê vida longa àqueles que se opõem a mim, a fim de que eles possam ver com muita saúde o sucesso, o nosso sucesso, o sucesso da minha vida e o sucesso do meu povo. Portanto esse pessoal vai ver muita coisa de positiva ainda para ver espalhada por esse estado afora”, destacou.

A reportagem do PB Agora quis saber se o socialista estaria mesmo bem de saúde, e a resposta foi direta: “Minha saúde está ok”.

Ricardo, no entanto, não confirmou se realmente tiraria a licença médica, nem tampouco quantos dias poderia ficar longe da chefia do executivo estadual.

Com informações de Henrique Lima

PB Agora

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POLÍTICA

Empresários reconhecem fortalecimento de Lula e admitem voto no “demônio”

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A notícia da queda de popularidade de Jair Bolsonaro nas redes sociais só não é pior para ele do que a notícia da subida do nome do ex-presidente Lula nas mesmas plataformas.

O ranking digital da consultoria Quaest varia em uma escala de 0 a 100, sendo 100 a popularidade máxima. Segundo esse ranking, Bolsonaro, que no ano passado oscilou em torno dos 80 pontos, desabou para 62,3. Está agora a apenas 6,4 pontos de distância de Lula —o petista aparece com 55,9.

Esse sobe-desce identificado pela consultoria, envolvendo os nomes do atual presidente e do ex, não é coisa apenas do Twitter e do Facebook.

 

Na segunda-feira passada, um deputado federal em visita a São Paulo ouviu num círculo de empresários um grande banqueiro fazer duras críticas a Bolsonaro. Ao lado dele, o CEO de uma empresa, espantado com a contundência do julgamento, perguntou o que o amigo queria dizer com tudo aquilo. A resposta do banqueiro surpreendeu o CEO e o deputado: “O que eu quero dizer é que, hoje, entre Bolsonaro e o demônio, eu voto no demônio”.

Desnecessário explicar que o “demônio” era Lula.

“O mercado desapegou de Bolsonaro”, concluiu o parlamentar. “É o tipo de movimento que acontece quando uma crise desce da consciência para o bolso”, afirmou. (…)

DCM

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POLÍTICA

“Frescura? Mimimi? Inacreditável!” Fala de Bolsonaro sobre a pandemia aumenta indignação

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São Paulo – “Que Bolsonaro já praticou uma série de crimes desde que tomou posse, todo mundo sabe. Crime comum, crime de responsabilidade… Praticou crimes e continua praticando. Mas quem pratica crimes não tem que responder pelos seus atos? Tem. Só que o procurador-geral da República, o Augusto Aras, não o processa. O que ele faz em relação a isso? Nada. A Câmara, ainda mais agora com Arthur Lira, não vai pautar impeachment. E se pautar, perde.” Assim o advogado e ex-deputado federal Wadih Damous comenta – e lamenta – a inação da Procuradoria-Geral da República (PGR) ante as atitudes do presidente Jair Bolsonaro em relação à pandemia de covid-19, que nunca matou ou infectou tantas pessoas no Brasil como no momento atual.

Nesta quinta-feira (4), o presidente voltou a demonstrar irracionalidade, e a agredir o bom senso e a ciência. Além disso, desafiou o esforço dos governadores dos estados brasileiros, que lutam para encontrar soluções que minimizem a tragédia do país.

“Chega de frescura e mimimi. Vão ficar chorando até quando?”, disse o presidente brasileiro nesta quinta, ao se manifestar sobre as políticas de isolamento e restrições de governos estaduais para conter o avanço da contaminação. Pior do que isso, aparentando estar fora de si, protestou contra as vacinas. “Tem idiota que a gente vê nas redes sociais, na imprensa, ‘vai comprar vacina’. Só se for na casa da tua mãe”, declarou.

Fora de si

O Brasil é hoje uma preocupação da Organização Mundial da Saúde e de países civilizados de todo o mundo. “A crise da Covid no Brasil é um alerta para o mundo inteiro, dizem os cientistas”, estampou o jornal The New York Times na quarta (3).

O fato de o mandatário brasileiro continuar com apoio de cerca de 30% da população, segundo as pesquisas, pode ser difícil de aceitar. Mas, para Damous, com esse cenário, o presidente pode sim sonhar em se sustentar até o segundo turno da eleição de 2022,

Fonte: Rede Brasil Atual

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