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PARAÍBA

Ricardo teria ameaçado romper com Dilma, caso Petrobras saia da PB

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O governador Ricardo Coutinho (PSB) teve uma conversa resolutiva nessa terça-feira (5) com o ministro chefe da Casa Civil, Jaques Wagner, a respeito dos problemas de desabastecimento de combustíveis que o estado vem enfrentando desde o início de dezembro do ano passado. Em uma ligação telefônica com o ministro, o governador ameaçou romper com a presidente Dilma Rousseff (PT), caso seja mantida a pretensão de transferir o envio de combustíveis pela Petrobras diretamente ao Porto de Cabedelo, na Grande João Pessoa, para o porto de Suape, em Pernambuco.

“Sou aliado de primeira hora da presidente, mas não sou subserviente. Não aceito este tipo de tratamento”, teria avisado Ricardo Coutinho. A informação é do colunista do Congresso em Foco, Leonel Rocha.

A assessoria de Comunicação do Governo, sem detalhes, divulgou que o governador ligou para o ministro Jaques Wagner para fazer a cobrança. O governador, segundo a assessoria, expôs o problema causado no final do ano e cobrou uma solução efetiva para a permanência do terminal de combustíveis na Paraíba.

Se a Petrobrás deixar de enviar navios com combustíveis para a Paraíba, o Estado perderia indiretamente 45% da movimentação da Companhia das Docas, além de uma arrecadação de R$ 40 milhões por ano somente do município de Cabedelo.

Nesta quarta-feira, a vice-governadora da Paraíba, Lígia Feliciano; o secretário executivo de Desenvolvimento Econômico, Wilbur Holmes Jácome; e a diretora presidente da Companhia Docas da Paraíba, Gilmara Temóteo, participam de reunião com o diretor de Abastecimento da Petrobras, Jorge Celestino Ramos, e representantes da estatal para discutir o problema causado pelo desabastecimento de combustível no Estado. O encontro acontece na sede da estatal, no Rio de janeiro, na tarde desta quarta-feira (6).

 

Portal Correio

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PARAÍBA

Dias difíceis: número de internações diárias passa de 70 na Paraíba e é maior do que início da pandemia

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Em vários estados do Brasil, incluindo a Paraíba, têm passado por dias difíceis em relação à pandemia da Covid-19. Somente na Paraíba, a quantidade de internações diárias passou das 70 – número que tem chamado a atenção das autoridades, pois nos dias considerados piores da pandemia em maio e junho, o número chegava a 55.

“Estamos atravessando momentos muito difíceis e principalmente nesse fim de semana: sexta, sábado e domingo. Nós pudemos assistir dias repetidos de mais de 70 pessoas precisando internação no Estado. Nos piores dias, de maio, junho do ano passado isso nunca passou de 53, 55 pessoas por dia. Isso mostra o momento que estamos vivendo”, afirmou, o secretário Executivo de Gestão de Unidades de Saúde da Paraíba, Daniel Beltrammi, como o ClickPB acompanhou. 

Ainda de acordo com o secretário são mais de 964 leitos ativos em todo o estado, sendo 418 somente na Região Metropolitana de João Pessoa. O gestor apontou que são 100 leitos a mais de UTI na Região Metropolitana de João Pessoa que no início do ano passado. No entanto, mesmo assim o volume de internações é maior e crescido muito mais rápido. 

 
 

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PARAÍBA

Diante da inércia de Bolsonaro, Pazuello quer que Congresso assuma combate à Covid-19, diz jornal

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Diante da inércia de Jair Bolsonaro (Sem Partido), o ministro da Saúde, Eduardo Pazuello, trabalha nos bastidores junto a governadores para que os presidentes da Câmara, Arthur Lira (PP-AL), e do Senado, Rodrigo Pacheco (DEM-MG), assumam a liderança no combate à Covid-19.

Segundo a coluna Painel, da Folha de S.Paulo, o acordo de Pazuello com governadores e os parlamentares tem sido feito nos bastidores e “com cuidado para não provocar a ira do presidente”.

Nesta segunda-feira (8), o ministro se encontra com Wellington Dias (PT), do Piauí, que lidera o Fórum Nacional de governadores, na sede da Fundação Oswaldo Cruz (Fiocruz), no Rio de Janeiro, para conversas sobre a distribuição da vacina. A reunião também servirá para colocar em marcha o plano para isolar Bolsonaro em questões de saúde relacionadas à pandemia.

As tratativas visam evitar o desgaste dos governadores, que têm sido alvo de ataques constantes do presidente.

O objetivo é que o grupo criado por Lira com governadores na semana passada concentre as principais ações para o combate ao coronavírus em temas como fabricação e compra de vacinas, leitos de UTI, equipamentos suficientes para hospitais, e medidas de restrição para frear a transmissão.

Além de parlamentares e governadores, o grupo pretende colocar representantes do judiciário, secretários de saúde e especialistas.

Dessa forma, Pazuello também tiraria de si a responsabilidade pelo aumento das mortes pela Covid-19 na segunda onda da pandemia.

Fonte: Revista Fórum

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