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POLÍTICA

Romero lidera com 44,5% em Campina Grande

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Se as eleições para prefeito de Campina Grande (segundo maior colégio eleitoral da Paraíba, com 274.006 eleitores) fossem realizadas hoje, o prefeito Romero Rodrigues (PSDB) seria reeleito em primeiro turno com 44,5% dos votos.

É o que revela pesquisa (estimulada) de intenções de voto realizada pela empresa 6 Sigma Pesquisa e Consultoria Estatística LTDA, em parceria com o Sistema Correio de Comunicação.

Candidato do PMDB, o deputado federal e ex-prefeito Veneziano Vital do Rêgo ficaria em segundo lugar, com 20,4%, seguido do candidato do PSB, o deputado Adriano Galdino, com 5,5%, e Artur Bolinha (PPS), com 4,8%.

Segundo a 6 Sigma, o candidato David Lobão (Psol) ficaria em quarto lugar, com 1,2%, seguido pelo candidato Walter Brito Neto (PEN), com 0,8%. Os votos brancos e nulos totalizariam 9,3%. Os eleitores que não votariam em qualquer um deles seriam 3,7%. Outros 9,6% disseram que não sabem em quem votar e 0,3% não informou.

A pesquisa foi realizada entre os dias 9 e 11 deste mês com 1.100 eleitores em 45 bairros e localidades de Campina Grande. Foi registrada no Tribunal Regional Eleitoral da Paraíba (TRE-PB) sob o número 04092/2016. A margem de erro, segundo a 6 Sigma, é de 2,95% e o nível de confiança é de 95%.

A 6 Sigma também quis saber o nível de conhecimento dos candidatos. Romero Rodrigues é conhecido por 95,5% dos entrevistados e Veneziano por 90,7%. Do total de eleitores ouvidos pelos pesquisadores da 6 Sigma, 69,1% conhecem Bolinha e 68,7% conhecem Adriano Galdino. Walter Brito Neto é conhecido por 67,8% dos entrevistados. E 50% conhecem David Lobão.

Na consulta espontânea, segundo a 6 Sigma, 0,7% disse que votaria em outros candidatos, mesmo percentual dos entrevistados que disseram não votar em qualquer um.

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Alto percentual de indecisos

O consultor da 6 Sigma, Pedro Cézar Coelho, disse que a grande massa de indecisos na Capital (31,7%) se repete em Campina Grande (21,2%) e outras cidades.

A 6 Sigma dividiu Campina Grande em quatro regiões para a coleta de dados feita em sorteios múltiplos aleatórios na rua, em residências e pontos amostrais nos bairros e localidades previamente definidos. Também ouviu eleitores nos distritos de São José da Mata, Galante e Catolé de Boa Vista.

Bairros

▶ Região norte: Auto Branco, Centro, Conceição, Jardim Tavares, Jeremias, Monte Santo, Palmeira e Lauritzen.

▶ Região sul: Acácio Figueiredo, Cidades, Catolé, Cruzeiro, Estação Velha, Itararé, Jardim Paulistano, Liberdade, Presidente Médici, Sandra Cavalcante, São José, Tambor, Três Irmãs, Velame e Vila Cabral.

▶ Região leste: José Pinheiro, Monte Castelo, Nova Brasília, Santo Antônio, Vila Cabral de Santa Terezinha e Castelo Branco.

▶ Região oeste: Bela Vista, Bodocongó, Centenário, Dinamérica, Quarenta, Jardim Quarenta, Malvinas, Pedregal, Prata, Santa Cruz, Santa Rosa, Serrotão e Universitário.

Correio da Paraíba

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POLÍTICA

Um mês após perder esposa, Schiavinato, é 1º deputado federal a morrer de Covid-19

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SÃO PAULO, SP (FOLHAPRESS) – O deputado federal José Carlos Schiavinato (PP-PR), 66, morreu na noite desta terça-feira (13) por complicações da Covid-19. Ele foi o primeiro deputado federal em exercício a morrer vítima da doença, segundo a Câmara dos Deputados.

Schiavinato estava internado em um hospital de Brasília desde o dia 3 de março e, uma semana depois, foi transferido para a UTI, onde passou a receber ventilação mecânica. Ele terá o corpo transladado para Toledo (PR), onde foi prefeito por dois mandatos (2005-2012).

A mulher dele, Marlene Schiavinato, morreu no dia 12 de março, também vítima da Covid-19. Ela tinha câncer e fazia tratamento havia três anos quando foi contaminada pelo coronavírus. Segundo a assessoria do parlamentar, ele não chegou a ser informado sobre a morte da mulher.

Nascido em Iguaraçu (PR), Schiavinato era engenheiro civil formado pela Universidade Estadual de Maringá. Além de prefeito de Toledo, foi deputado estadual no Paraná (2015-2018).

Estava no primeiro mandato na Câmara dos Deputados. Era membro da Comissão de Agricultura, Pecuária, Abastecimento e Desenvolvimento Rural e participou da CPI do BNDES, entre março e outubro de 2019. Aliado do presidente Jair Bolsonaro (sem partido), era considerado um defensor do municipalismo.

Três senadores já morreram em decorrência da Covid-19 ou de complicações da doença: Major Olímpio (PSL-SP), José Maranhão (MDB-PB) e Arolde de Oliveira (PSD-RJ).

A morte de Major Olímpio aos 58 anos causou comoção entre os senadores. Ele era um crítico das políticas do governo federal no enfrentamento à pandemia e um dos principais defensores da instalação da CPI da Covid, que acaba de ser instalada. O parlamentar anunciou em 2 de março que havia contraído a Covid-19. No dia seguinte, foi internado no Hospital São Camilo, em São Paulo, de onde chegou a participar de uma sessão virtual do Senado. Ele morreu no dia 19 de março.

Segundo amigos do senador, ele não tinha nenhuma doença pré-existente, como diabetes ou outras comorbidades. Só reclamava, de vez em quando, de dores das costas (em especial após pequenas corridas que costumava praticar) e do estresse das disputas políticas.

O senador José Maranhão (MDB-PB) morreu no dia 8 de fevereiro. O parlamentar tinha 87 anos e era o mais velho do Congresso Nacional.

Maranhão havia sido infectado no fim de novembro, em João Pessoa (PB), durante o segundo turno das eleições municipais. Uma semana depois, foi transferido para São Paulo para se tratar, onde permaneceu desde então.

O senador Arolde de Oliveira (PSD-RJ), 83, morreu em outubro do ano passado. Ele estava internado havia mais de um mês e foi o primeiro congressista a morrer vítima da Covid-19.

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POLÍTICA

Nove partidos articulam “superpedido” de impeachment contra Bolsonaro

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A oposição está articulando a criação de um “superpedido” de impeachment contra o presidente Jair Bolsonaro (sem partido). A intenção é reunir em uma única peça várias denúncias de crimes de responsabilidade cometidos pelo ocupante do Palácio do Planalto e entregá-la ao presidente da Câmara dos Deputados, Arthur Lira (PP-AL), até o final deste mês, em um ato nacional.

Lira já tem em sua gaveta mais de 70 pedidos de impeachment protocolados contra Bolsonaro e, até agora, não deu prosseguimento a nenhum deles.

A decisão pela estratégia foi tomada no Fórum de Partidos de Oposição, realizado de forma virtual nesta terça-feira (13), com participação do PSOL, PT, PCdoB, PDT, PSB, Rede, UP, PV e Cidadania.

“Vamos convocar uma grande plenária para chamar todos aqueles que pediram o impeachment do Bolsonaro. Além da luta pelos direitos do povo, temos a necessidade de colocar a luta política como uma questão prioritária”, afirmou a presidente nacional do PT, a deputada federal Gleisi Hoffmann (PR).

No “superpedido” serão anexadas, por exemplo, denúncias sobre os mais diversos erros cometidos pelo governo Bolsonaro na condução da pandemia de Covid-19 e tentativas do Executivo de interferir politicamente nas Forças Armadas e na Polícia Federal.

Além disso, será feita uma cobrança pela aceleração na vacinação dos brasileiros contra a Covid-19 e pelo aumento do auxílio emergencial para R$ 600.

As informações são do site de notícias Brasil 247.

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