Connect with us

POLÍTICA

Sistema Correio reúne bancada no Congresso e enfatiza parcerias em favor da Paraíba

Publicado

em

A bancada federal da Paraíba se reuniu, na tarde desta segunda-feira (23), em João Pessoa. Foi durante um almoço de confraternização com jornalistas do Sistema Correio de Comunicação. O encontro celebrou também o aniversário do correspondente do CORREIO em Brasília, Edinho Magalhães. Deputados federais e senadores destacaram a parceria que prioriza a divulgação de informações de interesse dos paraibanos.

Estiveram presentes os deputados federais Veneziano Vital do Rêgo, Hugo Motta e André Amaral (pelo PMDB), Efraim Filho (DEM), Benjamin Maranhão (SD), Pedro Cunha Lima (PSDB), Damião Feliciano (PDT), a vice-governadora Lígia Feliciano (PDT), o vice-prefeito de Campina Grande Enivaldo Ribeiro (PP) e o ex-deputado e atual vice-prefeito de João Pessoa, Manoel Júnior (PMDB). O deputado federal Wilson Filho (PTB) foi representado pelo assessor Radomécio Leite.

Os senadores Cássio Cunha Lima (PSDB) e José Maranhão (PMDB) também prestigiaram o encontro com jornalistas e dirigentes do Sistema Correio. O senador Raimundo Lira (PMDB) foi representado por seu filho, Eduardo.

A diretora executiva Beatriz Ribeiro, foi a anfitriã da bancada e representou também o seu pai, diretor-presidente do Sistema Correio de Comunicação, empresário Roberto Cavalcanti. Do encontro também participaram o superintendente Alexandre Jubert e a diretora comercial das TVs Correio e RCTV, Paula Gentil, contando ainda com a presença dos jornalistas Gerardo Rabelo, Abelardo Jurema, Celino Neto, Sony Lacerda (diretora de jornalismo e editora do Jornal CORREIO), Carla Visani, editora da TV Correio; Lena Guimarães, colunista do impresso e comentarista do Correio Debate da TV; e Hermes de Luna, editor do Portal Correio e apresentador da TV Correio e da RCTV.

Edinho Magalhães falou aos deputados e senadores, destacando a cobertura que vem sendo dada à atuação da bancada federal pelo Sistema Correio. Ele parabenizou os parlamentares pela unidade que vêm conseguindo em favor de temas de interesse do estado e ressaltou a importância da continuidade da parceria com o maior sistema de comunicação da Paraíba.

Portal Correio

Continue lendo
Click to comment

Leave a Reply

O seu endereço de e-mail não será publicado.

POLÍTICA

Novo auxílio emergencial vai variar de R$ 150 a R$ 300, diz Bolsonaro

Publicado

em

O presidente Jair Bolsonaro afirmou nesta sexta-feira (5) que a nova rodada do auxílio emergencial deverá ter repasses do benefício que vão variar de R$ 150 a R$ 300 e defendeu a ajuda paga pelo governo para atingidos pela pandemia do novo coronavírus.

“Auxílio emergencial é endividamento do Estado, não tem como, alguns acham que pode durar a vida toda. Não dá. Lá atrás eram quase R$ 50 bilhões por mês quando era R$ 600. Agora assinamos, assinamos não, fizemos um acordo se não me engano R$ 42 bilhões para mais quatro parcelas de, em média, R$ 250”, disse, referindo-se a uma PEC (Proposta de Emenda à Constituição) que está em tramitação no Congresso e que reserva, na verdade, R$ 44 bilhões para o auxílio.

“Por que média? Tem história de mãe solteira, não sei o quê, então varia, vai variar de R$ 150 a R$ 300 e poucos. É pouco? Eu preferiria ter isso aí a não ter nada”, completou ele a apoiadores no Palácio da Alvorada, em transmissão feita pelas redes sociais.

Novamente, o presidente criticou medidas de restrição social adotadas por governadores e prefeitos, que têm por objetivo conter o avanço recente do contágio e das mortes por covid-19.

“Agora, hoje em dia, com essa historinha de ‘fique em casa, a economia a gente vê depois’ o cara não tem como ganhar a vida dele, vai ganhar como? Como o cara vai levar o pão para casa? É comum o pobre ter três, quatro filhos, é comum. Eu sou classe média tive cinco”, disse.

Bolsonaro afirmou que prepara a apresentação de um projeto de lei para encaminhar ao Congresso Nacional a fim de definir o que seriam atividades essenciais – essas são autorizadas a funcionarem ininterruptamente durante a pandemia. Ele repetiu que essencial é toda a atividade que permite um “chefe de família levar um pão para casa”

R7

 
 

Continue lendo

POLÍTICA

Com atraso, FHC diz que sente “certo mal-estar” em não ter votado em Haddad

Publicado

em

Apesar da política de destruição implantada pelo governo de Jair Bolsonaro, o ex-presidente Fernando Henrique Cardoso (PSDB) não dá o braço a torcer. O tucano, que foi um dos articulares do golpe que retirou Dilma Rousseff (PT) da presidência, não assume que se arrependeu de ter contribuído para eleger o atual presidente. No entanto, diz que sente “um certo mal-estar” por não ter votado em alguém contra Bolsonaro, que era Fernando Haddad (PT).

Em entrevista a Sérgio Roxo e Gustavo Schmitt, da Época, FHC foi questionado se repetirá em 2022 o que fez no segundo turno em 2018, quando anulou o voto, caso a disputa fique entre PT e Bolsonaro. Ele respondeu:

“Foi a única vez na vida que votei nulo. Não acreditava na possibilidade de o outro lado fazer uma coisa, que, no meu modo de entender, fosse positiva. Embora eu reconheça que o outro lado tinha mais sensibilidade social do que o Bolsonaro. Mas tinha medo que houvesse uma crise muito grande financeira e econômica e rachasse ainda mais o país. Só em desespero que se vota nulo”, disse.

“Tinha votado no Geraldo Alckmin no primeiro turno e fiquei sem ter candidato. E achei melhor que uma candidatura do PT, de uma pessoa que eu conheço até, me dou bem com ele, o Fernando Haddad. É uma boa pessoa, mas eu achei que ele era pouco capaz de levar o Brasil, naquela época. Hoje, deve ter melhorado. A pior coisa é você ser obrigado a não ter escolha. Ao não ter escolha, permite o que aconteceu: a eleição do Bolsonaro. Teria sido melhor algum outro? Provavelmente, sim. Pergunta se eu me arrependo? Olhando para o que aconteceu com o Bolsonaro, me dá um certo mal-estar não ter votado em alguém contra ele”, reconheceu com atraso.

No centro

FHC defende um candidato do centro para a disputa em 2022, não necessariamente do seu partido. No entanto, não descarta a possibilidade de votar no PT dessa vez para impedir a reeleição de Bolsonaro.

“Depende de quem do PT seria capaz de levar o país. Espero que não se repita esse dilema. Pouco provável que se repita. O PT perdeu muita presença. O Lula tinha uma imantação, que era do Lula, e não do PT. Não sei quem vai ser o candidato do PT. Mas eu prefiro que seja um candidato saído do PSDB, do centro, não necessariamente do PSDB”, afirmou. 

Fonte: Revista Fórum

Continue lendo

Facebook

Publicidade

Copyright © 2020 Barra Portal - Todos os direitos reservados