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‘SuperMoro’ é homenageado pela ‘Time’ como uma das cem personalidades ‘mais influentes do mundo’

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O juiz federal Sérgio Moro recebeu na noite desta terça-feira, 26, homenagem da ‘Time’, prestigiada revista americana, que o elegeu entre as cem personalidades ‘mais influentes do mundo”, em evento realizado em Nova York.

Ao chegar à cerimônia de homenagem o juiz da Lava Jato declarou ao Jornal Nacional, da Rede Globo, que ter seu nome na seleção “honra muito a instituição, o trabalho institucional”. Ele afirmou que ‘é reconhecimento também que o Brasil toma passos importantes na prevenção e no combate à corrupção. Nessa perspectiva acho muito positivo’.

Moro é o único brasileiro citado na relação deste ano, divulgada na quinta-feira, 21. Ele está na categoria “Líderes”, ao lado de nomes como Barack Obama, François Hollande, Angela Merkel, Vladimir Putin e Kim Jong Un.

Segundo o texto que descreve o juiz paranaense, no Brasil ele é chamado de “SuperMoro” e tem o nome cantado nas ruas “como se fosse uma estrela de futebol”. “Mas Sérgio Moro é apenas um juiz, embora um que trabalhe num escândalo de corrupção tão grande que poderia derrubar uma presidente — e talvez mudar uma cultura de corrupção que há muito tem prejudicado o progresso de seu país”, diz a “Time”.

“Moro tem sido acusado de ignorar o devido processo legal, e ele tem estado mais do que disposto a avaliar seus casos no tribunal da opinião pública. Mas a maioria dos brasileiros sente que suas táticas de ‘cotovelos afiados’ valem a pena por um país mais limpo”, prossegue a descrição da revista.

Recentemente, a revista “Fortune”, também dos EUA, apontou Moro como o “13º líder mais influente para transformar o mundo”.

A lista da “Time” não tem ordem definida. Além de Moro e dos líderes citados anteriormente, ela inclui figuras internacionais de peso, como Mark Zuckerberg, Usain Bolt, Leonardo DiCaprio e Papa Francisco.Â

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Covid-19: Colapso sanitário no Brasil preocupa OMS, que já prevê que país pode superar EUA neste mês

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O colapso sanitário provocado pela Covid-19 e a inércia do governo Jair Bolsonaro diante da segunda onda da pandemia do coronavírus no Brasil preocupa a Organização Mundial de Saúde (OMS) que, em reuniões fechadas, prevê que o país possa superar os EUA em contágios e, eventualmente, no número de mortos. As informações são de Jamil Chade, no portal Uol nesta terça-feira (2).

O Brasil registra 10,5 milhões de contaminados, contra 28,6 milhões nos EUA. Em relação ao número de mortos, são 255.720 em território brasileiro, ante 514.657 em solo estadunidense.

Segundo a reportagem, Bolsonaro tem sido tratado como “louco” e a inação do governo brasileiro está sendo investigada por um grupo independente montado pela OMS para avaliar como diferentes governos e ela mesmo deram para a crise. O resultado do inquérito deve ser publicado em maio.

A OMS vinha registrando queda em novos casos no mundo nas ultimas seis semanas, mas na última contagem viu novo aumento em quatro das seis regiões do mundo. O Brasil surge como um dos focos de maior alerta, principalmente pelo levante de Bolsonaro contra as medidas de isolamento social.

Revista Fórum

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New York Times diz que Moro corrompeu o sistema judicial e é responsável direto pelo caos que o Brasil vive hoje

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O jornal The New York Times, o mais influente do mundo, diz que o ex-juiz Sérgio Moro é responsável direto pelo caos no Brasil, por ter corrompido o sistema de justiça no País. “O Brasil vive várias crises ao mesmo tempo – a situação catastrófica da saúde, a economia frágil e a polarização política extrema. Agora podemos adicionar a corrupção do sistema judicial à lista. Não precisava ser assim. Os brasileiros tinham grandes esperanças há sete anos, quando um jovem magistrado chamado Sérgio Moro lançou uma operação anticorrupção chamada Lava Jato, ou Operação Lava Jato”, diz o artigo assinado pelo cientista político e diretor-executivo do Observatório Político da América Latina e do Caribe (Opalc) da universidade Sciences Po de Paris, Gaspard Estrada.

“A Operação Lava Jato provou que a justiça poderia acabar com a corrupção endêmica no Brasil ou foi apenas um conto de fadas que velou outros interesses políticos? Nas últimas semanas, o lado negro do Lava Jato foi desnudado, e um sentimento de profundo desencanto com a chamada justiça curitibana, que leva o nome da capital do estado do Paraná, onde a força-tarefa estava sediada, se espalhou por todo o país. A Operação Lava Jato foi considerada a maior investigação anticorrupção do mundo, mas se tornou o maior escândalo judicial da história do Brasil. Quando a força-tarefa foi dissolvida em 1º de fevereiro, quase ninguém saiu às ruas ou às redes sociais para lamentar seu fim”, apontou ainda Estrada.

O cientista político também responsabiliza Moro diretamente pela destruição do Brasil. “Em vez de erradicar a corrupção, obter maior transparência na política e fortalecer a democracia, a agora notória Operação Lava Jato abriu o caminho para Jair Bolsonaro chegar ao poder após eliminar seu principal rival, Lula, da corrida presidencial. Isso contribuiu para o caos que o Brasil vive hoje”, escreveu.

Brasil 247

 

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