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POLÍTICA

Ulysses Guimarães faria 100 anos de idade; Câmara faz homenagem

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O político Ulysses Guimarães — um dos principais protagonistas da redemocratização do Brasil — completaria 100 anos nesta quinta-feira (6).

Eleito 11 vezes deputado federal, o advogado que se tornou ícone no combate à ditadura e mais tarde o símbolo das Diretas Já, apoiou Tancredo Neves no colégio eleitoral.

Nascido em 6 de outubro de 1916 em Rio Claro (SP), Ulysses morreu em um acidente de helicóptero no litoral de Angra dos Reis (RJ), em 12 de outubro de 1992, junto com a mulher, dona Mora; o ex-senador Severo Gomes e sua mulher; e o piloto. O único corpo nunca encontrado foi o de Ulysses.

Deputado por 11 mandatos, Ulysses presidiu a Assembleia Nacional Constituinte responsável pela elaboração da Constituição de 1988. Um dos trabalhos mais difíceis de Ulysses durante a Constituinte foi conseguir conciliar as diversas tendências políticas.

Esse papel, que ele aprimorou negociando entre as correntes do Movimento Democrático Brasileiro (o MDB, que se tornou PMDB em 1980), foi exercido por Ulysses durante toda a sua trajetória.

Sessão solene da Câmara nessa quinta-feira deu início às comemorações da Câmara dos Deputados pelo centenário de nascimento de Ulysses Guimarães.

Foram convidados familiares, amigos e parceiros de Ulysses, além de parlamentares e outras autoridades que conviveram com ele em diferentes períodos.

Durante a sessão, serão lançados o selo comemorativo elaborado pelos Correios, um documentário produzido pela TV Câmara e uma edição especial da série Perfil Parlamentar, assinada pelo jornalista Luiz Gutemberg (Edições Câmara).

Em seguida, será inaugurada exposição que ilustra o pensamento de Ulysses sobre democracia e liberdade, com trechos de discursos e entrevistas, acompanhados por imagens registradas pelo fotógrafo Orlando Brito ao longo de mais de 30 anos.

Até outubro de 2017, a Câmara pretende realizar várias outras ações em homenagem a Ulysses Guimarães, como colóquios, concursos de vídeos e reportagens e lançamento de publicações dirigidas a estudantes.

R7

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POLÍTICA

Lula é o nome mais forte para derrotar Bolsonaro e espantar o fascismo do Brasil, aponta pesquisa

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O ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva, que foi mantido como preso político durante 580 dias pelo ex-juiz Sérgio Moro para garantir a ascensão da extrema-direita no Brasil, hoje é o nome mais forte para vencê-lo. “Em pesquisa de opinião que mede o potencial de voto de dez possíveis candidatos nas eleições presidenciais de 2022, apenas o ex-presidente petista Luiz Inácio Lula da Silva demonstra ter mais capital político que o atual ocupante do Palácio do Planalto, Jair Bolsonaro”, aponta reportagem de Daniel  Bramatti, no jornal Estado de S. Paulo.

“No levantamento, feito pelo Ipec (Inteligência em Pesquisa e Consultoria), novo instituto de pesquisas da estatística Márcia Cavallari (ex-Ibope), 50% dos entrevistados disseram que votariam com certeza ou poderiam votar em Lula se ele se candidatasse novamente à Presidência, e 44% afirmaram que não o escolheriam de jeito nenhum. Bolsonaro aparece com 12 pontos porcentuais a menos no potencial de voto (38%), e 12 a mais na rejeição (56%)”, aponta ainda o texto. Atrás de Lula e Bolsonaro no ranking de potencial de voto estão Sérgio Moro (31%), Luciano Huck (28%), Fernando Haddad (27%), Ciro Gomes (25%), Marina Silva (21%), Luiz Henrique Mandetta (15%), João Doria (15%) e Guilherme Boulos (10%).

Brasil 247

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POLÍTICA

Novo auxílio emergencial vai variar de R$ 150 a R$ 300, diz Bolsonaro

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O presidente Jair Bolsonaro afirmou nesta sexta-feira (5) que a nova rodada do auxílio emergencial deverá ter repasses do benefício que vão variar de R$ 150 a R$ 300 e defendeu a ajuda paga pelo governo para atingidos pela pandemia do novo coronavírus.

“Auxílio emergencial é endividamento do Estado, não tem como, alguns acham que pode durar a vida toda. Não dá. Lá atrás eram quase R$ 50 bilhões por mês quando era R$ 600. Agora assinamos, assinamos não, fizemos um acordo se não me engano R$ 42 bilhões para mais quatro parcelas de, em média, R$ 250”, disse, referindo-se a uma PEC (Proposta de Emenda à Constituição) que está em tramitação no Congresso e que reserva, na verdade, R$ 44 bilhões para o auxílio.

“Por que média? Tem história de mãe solteira, não sei o quê, então varia, vai variar de R$ 150 a R$ 300 e poucos. É pouco? Eu preferiria ter isso aí a não ter nada”, completou ele a apoiadores no Palácio da Alvorada, em transmissão feita pelas redes sociais.

Novamente, o presidente criticou medidas de restrição social adotadas por governadores e prefeitos, que têm por objetivo conter o avanço recente do contágio e das mortes por covid-19.

“Agora, hoje em dia, com essa historinha de ‘fique em casa, a economia a gente vê depois’ o cara não tem como ganhar a vida dele, vai ganhar como? Como o cara vai levar o pão para casa? É comum o pobre ter três, quatro filhos, é comum. Eu sou classe média tive cinco”, disse.

Bolsonaro afirmou que prepara a apresentação de um projeto de lei para encaminhar ao Congresso Nacional a fim de definir o que seriam atividades essenciais – essas são autorizadas a funcionarem ininterruptamente durante a pandemia. Ele repetiu que essencial é toda a atividade que permite um “chefe de família levar um pão para casa”

R7

 
 

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