Connect with us

SAÚDE

Vacina pode controlar pressão arterial por até seis meses

Publicado

em

Pesquisadores da Universidade de Osaka, no Japão, trabalham para desenvolver uma vacina que controlaria a pressão arterial por até seis meses. Ela é vista como promissora e pode ajudar os pacientes que precisam tomar remédios todos os dias para controlar a pressão do sangue. A vacina é importante porque muitos pacientes se esquecem de tomar o medicamento, além do custo do remédio de uso contínuo, que em alguns países não é oferecido pelos sistemas de saúde.

Os pesquisadores desenvolveram esta vacina que ataca o hormônio chamado angiotensina II. Ele é o responsável por causar a constrição das veias, que aumenta a pressão do sangue e força o coração a trabalhar mais rápido.

No estudo, os cientistas aplicaram a vacina em ratos com pressão alta por três vezes, com intervalos de duas semanas. A vacina baixou a pressão deles por até seis meses e ainda reduziu os danos no tecido do coração e das veias. Não houve registros de danos colaterais como no fígado, ou em outros órgãos.

A vacina funciona similarmente aos remédios de controle de pressão arterial, que ajudam as veias a relaxar e se abrir mais. Outros tipos de vacina similares já foram testadas, mas nenhuma teve o efeito duradouro como essa nem os baixos efeitos colaterais.

O estudo foi publicado na revista científica Hypertension, da American Heart Association, no final de maio. Segundo o artigo, um desenvolvimento maior dessa pesquisa pode levar a um novo tipo de tratamento para hipertensão.

 UOL

Continue lendo

SAÚDE

DEZEMBRO LARANJA: MÉDICO DÁ DICAS PARA PREVENIR O CÂNCER DE PELE

Publicado

em

Neste último mês do ano, a Sociedade Brasileira de Dermatologia (SBD) promove o Dezembro Laranja, campanha pela prevenção ao Câncer da Pele, que neste ano ocorrerá em formato digital, com participação e engajamento dos médicos dermatologistas. O cirurgião oncológico do Hospital São Camilo Fortaleza, Bruno Lessa, dá três dicas essenciais para prevenir o câncer de pele, o tipo mais recorrente no Brasil, com cerca de 180 mil novos casos por ano.

A primeira delas é: evitar ou diminuir a exposição ao sol nos horários mais perigosos, que são os horários de 10h até 16h. Nesse período, a incidência do sol à radiação ultravioleta é muito intensa, então pode levar a pessoa a ter o câncer de pele.

Em segundo lugar, caso haja a necessidade de se expor ao sol, usar um protetor solar de fator (FPS) 50 ou mais. Se possível, fator 99, que teria um grande grau de proteção para a pele daquela pessoa. Usar chapéu e blusas de proteção UV, criando uma barreira, como aconselha o médico.

Por último, procurar o dermatologista com regularidade, pois ele tem um papel fundamental, que é prevenir que o paciente tenha câncer, identificar lesões pré-neoplásicas e fazer uma dupla, com o cirurgião oncológico, no tratamento.

Quando a doença é descoberta no início, tem mais de 90% de chances de cura. O câncer surge pelo crescimento anormal das células que compõem a pele e possui diferentes formas: basocelular, espinocelular e melanoma, entre outros. Bruno Lessa lembra: “o câncer mais comum é o câncer de pele. O Brasil é um país tropical que tem uma exposição de faixa ultravioleta perigosa. Em todos os países de clima muito quente, temos uma alta incidência de câncer de pele”.

Campanha Dezembro Laranja

Esta é a 7ª edição do movimento, que tem como tema “Câncer de pele é coisa séria”, com o intuito de fortalecer a importância da informação e educação em saúde para a sua prevenção e conscientização desde a infância. O cirurgião oncológico Bruno Lessa afirma que como é um câncer de pele muito ligado ao sol, a cor laranja é escolhida para caracterizar este mês. “Uma outra relação a essa campanha é que dezembro é o mês em que a crianças estão de férias e os pais acabam viajando para lugares mais ensolarados”, diz.

Desde 2014, importantes personalidades vestem a camisa da ação, além de prédios e monumentos que são iluminados com a cor símbolo da campanha, frisando o compromisso com a prevenção, o diagnóstico e tratamentos precoces. As hashtags utilizadas para a divulgação serão: #DezembroLaranja, #CancerdePeleECoisaSeria, #CancerdePele, #CampanhaCancerdePele2020.

Boa Notícia

Continue lendo

SAÚDE

OMS faz apelo para que Brasil “leve a sério” a segunda onda do coronavírus

Publicado

em

A coletiva desta segunda-feira (30) do diretor-geral da OMS (Organização Mundial da Saúde), Tedros Adhanom Ghebreyesus, teve como principal tema o Brasil, e mais especificamente o cenário que o país encara com a consolidação de uma segunda onda da pandemia do coronavírus SARS-CoV-2, que o especialista considerou “muito, muito preocupante”.

Por isso, Ghebreyesus aproveitou sua declaração para fazer um apelo às autoridades brasileiras: “gostaria que o Brasil levasse a sério. O número de casos no país se duplicou entre os dias 2 e 26 de novembro, e as mortes também aumentaram significativamente”.

Atualmente, o Brasil é o terceiro país do mundo com mais casos de covid-19 (infecção causada pelo vírus SARS-CoV-2), com mais de 6,3 milhões de infectados, número que é superado pela Índia (9,4 milhões) e pelos Estados Unidos (13,5 milhões). Em número de mortes, o Brasil está em segundo lugar no planeta, com 173 mil, ficando atrás apenas dos Estados Unidos, que registra 267 mil óbitos.

Além da postura negacionista do governo de Jair Bolsonaro, que tem se mostrado contrário às medidas de proteção contra o vírus, como o distanciamento social e o uso de máscaras, as contradições do Brasil também incluíram uma política errática sobre a pandemia durante a campanha eleitoral.

Atoridades como o governador de São Paulo, João Dória, e o prefeito de São Paulo, Bruno Covas (candidato à reeleição) se negaram a admitir um crescimento no número de casos, apesar de vários hospitais afirmarem estar perto da situação de colapso. Durante um debate com Guilherme Boulos, seu adversário na disputa municipal, Covas chegou a acusá-lo de “fazer terrorismo” ao falar em segunda onda da pandemia.

Curiosamente, nesta mesma segunda-feira, um dia depois do segundo turno das eleições municipais – que, no caso de São Paulo, terminou com a reeleição de Covas –, tanto o governador quanto o prefeito esqueceram do que foi negado por eles durante as últimas semanas, admitiram que os casos de covid-19 aumentaram e decretaram “fase amarela” nos territórios que administram.

Revista Fórum

Continue lendo

Facebook

Publicidade

Copyright © 2020 Barra Portal - Todos os direitos reservados