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MUNDO

Vacina Sputnik tem 95% de eficácia e será mais barata que as americanas e europeias

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A Rússia anunciou esta terça-feira (24) que a sua vacina Sputnik V contra o coronavírus tem uma eficácia de 95%, segundo resultados preliminares. O país fez referência ao imunizante desenvolvida pelo Centro Nacional de Epidemiologia e Microbiologia Gamaleya em Moscovo. 

De acordo com a agência Reuters, governo russo informou que vai cobrar menos por sua vacina Sputnik V, contra a Covid-19, do que suas rivais e Moscou pretende produzir mais de 1 bilhão de doses dentro e fora do país no próximo ano.

Moscou tem sido criticada por cientistas ocidentais que acusam a Rússia de buscar atalhos em um esforço para acelerar a vacina Sputnik V, o que a Rússia nega.

Estabelecer um preço menor do que o de rivais pode ajudar a Rússia a obter uma parcela do mercado.

No Brasil, o vice-presidente de Produção e Inovação em Saúde da Fiocruz, Marco Krieger, afirmou que o cronograma estimado pela fundação prevê a produção de 130 milhões.

Brasil 247

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MUNDO

Impeachment de Donald Trump é aprovado na Câmara dos Deputados dos Estados Unidos

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Donald Trump se tornou o primeiro presidente da história dos Estados Unidos a sofrer dois impeachments. Nesta quarta-feira (13), a Câmara aprovou pela segunda vez um pedido para que ele seja afastado do cargo, a apenas seis dias do final de seu mandato.

Foram 231 votos a favor e 197 contra, e quatro deputados não votaram. Entre os que votaram a favor estão 10 membros do Partido Republicano, o mesmo de Trump. Outros quatro republicanos não votaram.

Desta vez Trump foi considerado culpado por incitar à violência que resultou na invasão do Capitólio, a sede do Congresso americano, na semana passada. Antes, em 2020, ele havia sido sido declarado culpado por obstrução ao Congresso e abuso de poder.

Ao contrário do Brasil, o presidente dos EUA não é afastado quando o processo de impeachment é aprovado na Câmara. A remoção definitiva só ocorre caso o processo seja aprovado também pelo Senado.

Assim, Trump deve permanecer no cargo até a próxima quarta-feira (20), quando Joe Biden toma posse como novo presidente.

Em seu primeiro processo, Trump foi absolvido no Senado, de maioria republicana. Naquele caso, nenhum deputado de seu partido votou por sua condenação, e apenas um senador o fez. Desta vez, porém, deputados republicanos foram favoráveis a seu afastamento.

Na terça-feira (12), o presidente americano falou com jornalistas pela primeira vez desde a invasão e afirmou que há “muita raiva” sobre o novo processo de impeachment e que se trata da “continuação da maior caça às bruxas da história da política”.

Votação no Senado

Nunca um presidente americano teve o impeachment aprovado no Senado. Antes de Trump, Andrew Johnson e Bill Clinton também tiveram seus processos de impeachment aprovados pela Câmara e foram absolvidos pelos senadores. Já Richard Nixon renunciou antes de o processo ser votado na Câmara.

A dúvida é se os senadores republicanos que romperam com Trump conseguirão formar a maioria de dois terços no Senado para destituí-lo (na Câmara é preciso apenas maioria simples para o processo avançar). Outra incógnita é se o Congresso pode seguir com o impeachment após o presidente deixar o cargo.

Apesar disso, o líder do Partido Republicano, Mitch McConnel, afirmou a interlocutores que está satisfeito que os democratas estão tentando tirá-lo da Casa Branca e que o presidente cometeu crimes passíveis de impeachment, segundo o jornal “The New York Times”.

McConnell, senador pelo Kentucky que apoiava Trump até a invasão ao Capitólio – que resultou em cinco mortes -, disse reservadamente que será mais fácil expulsar Trump do partido com o impeachment.

Biden não toma posição

Ao contrário dos congressistas democratas — como a presidente da Câmara, Nancy Pelosi, e o líder do partido no Senado, Chuck Schumer —, o presidente eleito dos EUA, Joe Biden, se recusou a endossar o processo de impeachment e deixou a decisão a cargo do Congresso.

O futuro presidente não quer inflamar os ânimos entre os republicanos e agregá-los novamente em torno de Trump, em um momento em que o presidente e seu partido estão enfraquecidos. Ele também foge do desgaste político, da paralisia legislativa e de um desvio de rota de sua agenda no Congresso.

Para Biden, o ideal seria que o processo de impeachment sofresse uma pausa no Senado. Assim, não poria em risco os planos para combater a pandemia do novo coronavírus e seus reflexos na economia americana.

G1

 

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MUNDO

Papa critica “negacionismo suicida” e defende vacinação em massa

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O papa Francisco anunciou que vai tomar a vacina contra a Covid nesta semana e defendeu a imunização de toda a população mundial.

Francisco criticou o “negacionismo suicida” das pessoas que se opõem ao imunizante:

“Acredito que, do ponto de vista ético, todos devem ser vacinados, porque você não só põe em risco a sua saúde, a sua vida, mas também a dos outros […] É ético, eu farei isso. A negação é suicida “, disse.

As palavras foram ditas em entrevista ao jornalista e vaticanista Fabio Marchese Ragona, do jornal Tg5, da emissora Mediaset.

E o pontífice afirmou que vai dar o exemplo.

“[Vou tomar a vacina] na próxima semana […] Vamos começar a fazê-lo, aqui, no Vaticano. Já agendei, tem de ser feito”, afirmou.

Francisco lembrou do drama da poliomielite:

“Quando eu era criança, lembro-me que havia a crise de poliomielite e muitas crianças ficaram paralíticas por isso. Existia um desespero para se obter a vacina”, lembra Francisco.

“Quando a vacina chegou, davam com açúcar. Aí a gente cresceu à sombra das vacinas. Para sarampo, para isso, para aquilo… Não sei por que alguns dizem ‘não, a vacina é perigosa’. Mas, se os médicos a apresentam como algo que pode ser bom, que não apresenta riscos particulares, por que não fazê-lo?”, questionou.

Negacionismo suicida

De acordo com o jornalista, o Papa Francisco quis dizer publicamente que tomará a vacina para deixar claro que ela não é inimiga e que os médicos afirmam ser algo seguro, que a imunização tem que ser feita, por tratar-se de um dever ético. Certamente, sua voz a favor da vacina ajudará aqueles que ainda não têm certeza sobre se desejam tomá-la. Também porque o Santo Padre disse, claramente: “O negacionismo é suicida”, afirmou Fabio Marchese Ragona.

Com informações da Mediaset, IlMessagero e CorreioBraziliense

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