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PARAÍBA

Verão deve ter chuvas dentro da média na PB

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A estação do verão começou ontem, quarta-feira (21) e a previsão para os três primeiros meses de 2017 é a ocorrência de chuvas dentro da média histórica nas regiões do Cariri, Curimataú e Sertão. A informação foi divulgada pela Agência Executiva de Gestão das Águas da Paraíba (Aesa), durante reunião realizada nesta manhã. Para janeiro e fevereiro, deve ocorrer maior variabilidade das chuvas, mas as condições devem ficar mais favoráveis a partir do mês de março, época da estação de chuvas da região do Cariri.

Segundo a Aesa, as atuais condições oceânicas e atmosféricas globais indicam a configuração do fenômeno “La Niña” de intensidade fraca na região do Oceano Pacífico equatorial. Isso ocorre porque a Temperatura da Superfície do Mar (TSM) está com índice levemente inferiores a média história.

Na região do Cariri paraibano a cidade de Taperoá tem uma média história de volumes de chuva em torno de 34.1mm no mês de janeiro, 83.0mm no mês de fevereiro e 134.9mm em março. As chuvas nessa região são importantes pois os rios que passam pelo Cariri – Rio Taperoá e Rio Paraíba – deságuam no açude Epitácio Pessoa, conhecido como Açude de Boqueirão, que está com apenas 5% da capacidade total de armazenamento, o que corresponde a 20.375.588 metros cúbicos de água.

Já na cidade de São José de Piranhas, no Sertão paraibano, as médias são de 123.2mm em janeiro, 98.7mm em fevereiro e 241.4mm no mês de março. Na região do Curimataú, o município de Araruna tem médias históricas de 48.8mm de chuva em janeiro, 68.1mm em fevereiro e 133.0 em março. Outras regiões

Em Alagoa Nova, no Brejo paraibano, a média de chuvas é de 72.6mm em janeiro, 100.6mm em fevereiro e 154.4mm em março. Na capital João Pessoa as médias são de 80.1mm de chuva em janeiro, 101.1mm em fevereiro e 204.8mm em março. As informações são do G1

Redação

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PARAÍBA

Ex-deputado federal Benjamim Maranhão é alvo de operação da PF na Paraíba

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O ex-deputado federal Benjamim Maranhão (MDB) e a mãe dele, ex-prefeita de Araruna, Wilma Maranhão (MDB) são alvos de uma operação da Polícia Federal que apura desvio de dinheiro em obras de combate à seca na Paraíba nesta quarta-feira (23).

Pelo menos 15 mandados de busca e apreensão estão sendo cumpridos em João Pessoa e Araruna, na Paraíba, e em Parnamirim, no Rio Grande do Norte. De acordo com a PF, a Operação “Poço Sem Fundo”, investiga desvio de dinheiro destinado à perfuração de poços e instalação de sistemas simplificados de abastecimento de água na Paraíba.

A defesa de Benjamim e de Wilma informou, às 10h, que tomou ciência prévia do que se trata a operação e que só vai se pronunciar após ter acesso aos autos. A defesa disse ainda que não há qualquer envolvimento de ambos no caso investigado.

As investigações começaram em 2016, último ano da gestão de Wilma. Além dela e do filho, também são alvos servidores do Instituto Nacional de Colonização e Reforma Agrária (Incra) e do Departamento Nacional de Obras Contra as Secas (DNOCS) e empresas cujos nomes não foram divulgados. Benjamim foi candidato a prefeito de Araruna nas eleições deste ano, mas perdeu para Vital Costa (Progressistas), que teve 50,83% dos votos válidos.

Em João Pessoa, policiais federais e auditores da Controladoria-Geral da União cumpriram um dos mandados de busca e apreensão em um condomínio de luxo no bairro do Altiplano. Também estão sendo cumpridos mandados no prédio do DNOCS na capital. Pelo menos 70 policiais e sete auditores participam da ação.

Segundo as investigações da Polícia Federal, o direcionamento de contratos firmados entre as empresas investigadas, o DNOCS, o Incra e a Prefeitura de Araruna, por meio de procedimentos de licitação, envolviam o montante de cerca de R$ 54 milhões.

As irregularidades investigadas apontam para desvio de recursos destinados à implantação de sistemas de abastecimento d’água para a população carente do interior paraibano, castigada sobremaneira pelos longos períodos de estiagem.

O órgão explica que apura também a prática de superfaturamento dos contratos, atos de corrupção passiva e ativa e lavagem de dinheiro por meio do uso de contas bancárias de empresas interpostas para dissimulação de movimentações financeiras. Quatro servidores públicos federais foram afastados das funções e tiveram os bens bloqueados, segundo a PF.

Em nota enviada à imprensa às 11h, o Incra informou que os contratos objetos da operação foram firmados em 2016 e 2017, na gestão anterior, e que nada foi executado e pago pela gestão atual. O órgão disse que desde o início das investigações, se colocou à disposição da polícia para prestar informações necessárias à apuração dos fatos. O Incra disse ainda que vem trabalhando em parceria com os órgãos de controle visando prevenir, identificar e coibir quaisquer irregularidades que possam ocorrer na aplicação de recursos públicos.

G1 PB

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PARAÍBA

Polícia Federal e CGU deflagram operação contra fraudes no Incra e Dnocs na Paraíba

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A Polícia Federal e a Controladoria Geral da União (CGU) deflagraram nesta quarta-feira (25), uma operação contra fraudes no Instituto Nacional de Colonização e Reforma Agrária (Incra), Departamento Nacional de Obras Contra as Secas (Dnocs) e Prefeitura de Araruna, na Paraíba. De acordo com as primeiras informações apuradas pelo Portal ClickPB, os mandados estão sendo cumpridos 15 mandados de busca e apreensão em João Pessoa, Araruna, na Paraíba e Parnamirim, no Rio Grande do Norte. 

Segundo a Polícia Federal, quatro servidores federais foram afastados e tiveram seus bens bloqueados. 

A Operação Poço Sem Fundo foi autorizada pela Justiça Federal e apura crimes relacionados ao desvio de recursos públicos destinados à perfuração de poços e implantação de sistemas simplificados de abastecimento de água na Paraíba.

Ainda de acordo com informações apuradas pelo Portal ClickPB, os contratos investigados e as dispensas de licitações gira em torno de R$ 54 milhões.

A investigação também apura o superfaturamento dos contratos, atos de corrupção passiva e ativa, e de lavagem de dinheiro mediante a utilização de contas bancárias de empresas interpostas para dissimulação de movimentações financeiras.

Participam da operação 70 policiais e sete auditores.

ClickPB

 
 

 

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